Reeducação Alimentar

A procura por uma orientação alimentar tem crescido nos últimos anos em decorrência dos altos níveis de excesso de peso e obesidade na população, bem como, com a preocupação crescente com a qualidade de vida e longevidade. É importante citar também a grande preocupação com a questão estética.

Sabe-se que o excesso de peso e a obesidade são acompanhados de outras doenças denominadas comorbidades. Entre elas: doenças cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de câncer, além de problemas psicológicos e sociais. Este quadro está relacionado ao balanço energético positivo (consumir mais do que o corpo é capaz de gastar), maus hábitos alimentares e inatividade física.

Cabe ao nutricionista orientar quanto ao comportamento alimentar considerando a relação do indivíduo com o alimento, a capacidade de compra, religião, geografia, crenças e aspectos emocionais.
Estudos demonstraram que 75% dos pacientes que receberam recomendações   alimentares meramente restritivas, não as seguem e 95% dos obesos que iniciam uma dieta para perda de peso fracassam na manutenção de um corpo mais magro (KOEHNLEIN; SALADO; YAMADA, 2008). Diante destes dados, ressalta-se a importância de utilização de um método eficaz para sustentar a mudança comportamental.

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina alimentar-se corretamente não é sinônimo de dietas restritivas e/ou perda do prazer de comer.

A Reeducação Alimentar vem ganhando espaço, pois permite aprendizado de forma progressiva e tranquila de conceitos relacionados à boa alimentação e aos poucos estes são incorporados na rotina diária. O paciente ganha autonomia e consegue usar os conceitos em todas as situações do dia a dia.
Segue abaixo algumas sugestões para tem interesse em iniciar uma reeducação alimentar:

  • Evitar ficar longos períodos sem comer;
  • Fazer lanches entre as grandes refeições;
  • Beber no mínimo 2 litros de água por dia;
  • Evitar alimentos gordurosos e industrializados,
  • Evitar o açúcar refinado e alimentos ricos neste;
  • Ficar atento às preparações dos alimentos e preferir assados, grelhados e cozidos,
  • Dar preferência à alimentos integrais e carnes magras.

Além dos itens acima, a alimentação deve ser equilibrada, ou seja, conter todos os nutrientes essenciais para o desenvolvimento do organismo. Estes são divididos em grupos e apresentam funções especificas dentro do organismo:    

  • Carboidratos – fornecimento de energia
  • Proteínas – formação de músculos, pele, unhas, cabelos, entre outros (função estrutural)
  • Gorduras – fornecimento de energia, síntese de hormônios e
    transporte de vitaminas (A, D, E e K)
  • Vitaminas e minerais – regulação da atividade metabólica.

A necessidade nutricional quantitativa e qualitativa é individual.

 

Referência
KOEHNLEIN, Eloá Angélica; SALADO, Gersislei Antônia; YAMADA, Alciléia Nunes. Adesão à reeducação alimentar para perda de peso: determinantes, resultados e a percepção do paciente. Rev Bras Nutr Clin, São Paulo, v. 1, n. 23, p.56-65, 06 mar. 2008.


               

 

 

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