Nutrição e Fases da Vida



Alimentação na Adolescência

A Organização Mundial de Saúde define adolescência o período da vida que se inicia aos 10 anos de idade e prolonga-se até os 19 anos.

Nesta fase ocorrem diversas transformações físicas, mas também psicológicas e comportamentais, uma vez que se inicia neste período a busca pela independência, autonomia e definição da identidade.

Alguns fatores como influência de grupos (amigos), pressões psicológicas e sociais mais intensas, vida social ativa, maior proximidade com álcool e drogas, preocupação com a estética e em seguir estereótipos de beleza podem modificar o padrão alimentar, tornando o adolescente mais vulnerável a distúrbios alimentares.

O cuidado com a alimentação deve ser redobrado, uma vez que o organismo está em ritmo acelerado de crescimento/desenvolvimento e um comprometimento nutricional pode prejudicar o crescimento e a maturação sexual, além de aumentar os riscos de outros distúrbios como a desnutrição, anemia e obesidade.

Transtornos Alimentares

As mudanças físicas decorrentes da maturação sexual podem gerar a insatisfação do adolescente com o próprio corpo. A necessidade de aceitação pelo grupo e pela sociedade, muitas vezes faz com que hábitos alimentares errôneos sejam colocados em prática a fim de alcançar o padrão de beleza estipulado pela sociedade e pela mídia.
É nesta fase da adolescência que observamos a maior prevalência de transtornos alimentares como a anorexia nervosa e bulimia nervosa.

Obesidade

A obesidade é uma doença multifatorial (genética, comportamental, psicológica), considerada um problema de saúde pública em todo o mundo.
O alto consumo de alimentos de elevada densidade energética, porém de baixo valor nutricional, o aumento do sedentarismo, a omissão de algumas refeições, realização de refeições rápidas e a influencia das mídias são alguns dos fatores que podem colaborar para o aparecimento do excesso de peso.

Quando estabelecida, a obesidade aumenta o risco de desenvolvimento de outras doenças como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia, esteatose hepática, depressão, entre outras. Portanto, o tratamento não deve ser postergado, uma vez que o risco da doença persistir vida adulta aumenta conforme o temo de duração da doença e sua gravidade. Estima-se que 30% dos adultos obesos foram crianças obesas e, entre os casos mais graves, a proporção vai para 50 a 75%.

O acompanhamento nutricional visa:

  • Garantir crescimento e desenvolvimento adequados
  • Melhorar a composição corporal
  • Orientar plano alimentar que atenda adequadamente a necessidade nutricional
  • Garantir ingestão adequada de micronutrientes importantes nesta fase: vitaminas do complexo B, vitamina A, vitamina D, cálcio, ferro, zinco, entre outros.

O estabelecimento de uma rotina alimentar flexível (pelo menos cinco refeições ao dia) que respeite as preferências e aversões alimentares do adolescente facilita a adesão ao tratamento.

É importante destacar que não existe um alimento proibido, mas sim um controle da ingestão de alimentos ricos em açúcar, sódio e gordura saturada e trans (fast foods, por exemplo), pois quando consumidos em excesso podem aumentar os riscos de desenvolvimento de doenças (diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial sistêmica, obesidade, entre outras).

Além disso, a realização de reeducação alimentar estimula a construção de um hábito mais saudável permitindo realização de escolhas alimentares mais adequadas no dia a dia.



 

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